A Paisagem na Arte

Objectivos

Proporcionar aos estudantes uma reflexão geral sobre a História da Arte Contemporânea, partindo do conceito de pintura de paisagem

Caracterização geral

Código

711061043

Créditos

6

Professor responsável

A disponibilizar brevemente

Horas

Semanais - 4

Totais - A disponibilizar brevemente

Idioma de ensino

Português

Pré-requisitos

Nãp aplicável

Bibliografia

- ACCIAIUOLI, Margarida; LEAL, Joana Cunha; MAIA, Maria Helena (coord.), Arte & Paisagem, Lisboa, Instituto de História da Arte - Estudos de Arte, 2006. [cota Biblioteca da FCG: AE 1686]
*- BERQUE, Augustin (dir.), Cinq propositions pour une théorie du paysage, Seyssel, Champ Vallon, 1994. [cota Biblioteca da FCG: AE 911]
*- CLARK, Kenneth, Paisagem na Arte, Lisboa, Ulisseia,1969 (1ª ed.1949) [cotas Biblioteca da FCG: BB 21396; BC 2970; P 792; P 792.2; RS 6554]
- CAUQUELIN, Anne, A Invenção da Paisagem, Lisboa, Ed. 70, 2008 (1ª ed. 1989) [cota Biblioteca Nacional: B.A. 30726 V.]
#- DeLUE, Rachel Ziady; ELKINS, James (dir.), Landscape Theory, New York / London, Routledge, 2008
#- MITCHELL, W. J. T. (dir.), Landscape and Power, Chicago, The University of Chicago Press, 2002 (1ª ed. 1994) [cota Biblioteca da FCG: AE 1452]
*- WARNKE, Martin, Political landscape: the art history of nature, London, Reaktion Books, 1994 [cota Biblioteca da FCG: AE 1015]

*- disponível na reprografia da FCSH; # disponível na plataforma moddle;

Método de ensino

Aulas teórico-práticas que integram a análise de obras e a discussão semanal de textos teóricos seleccionados dentro da bibliografia.

Método de avaliação

Apresentação e discussão oral (20%) de 1 trabalho escrito (30%).
Realização de 1 teste final sem consulta com a duração de 2 horas (50%).


Conteúdo

1. A temática da paisagem como introdução à História da Arte Contemporânea
2. Modelos antigos e referências novas na representação da natureza: a pintura holandesa do século XVII e o paisagismo inglês do século XVIII.
3. O culto do “natural”e a arte da paisagem em França: de Georges Michel e Michallon a Paul Huet. O Salon de 1824.
4. A situação estética de Corot.
5. O horizonte artístico da Academia francesa, as figuras do progresso e os exilados da civilização: Th. Rousseau, C.F. Daubigny, Diaz de la Peña e a “escola” de Barbizon.
6. G. Courbet e J.F. Millet e os caminhos do realismo. O papel da fotografia na afirmação dos novos valores da pintura.
7. Pintura de costumes e paisagem urbana. Dos planos utópicos dos Anos 40 à consagração definitiva da imagem de Paris -“capital do mundo”.
8. Baudelaire e “o pintor da vida moderna”.
9. Manet e Cézanne ou a pintura como sensação e pensamento.
10. Mondrian e “a nova imagem do mundo”.
11. Surrealismo e “pintura metafísica”.
12. A lugar da paisagem no “regresso à ordem” figurativa. Os novos realismos e a representação da natureza.
13. A desconfiança sobre os meios da pintura para abordar a realidade: Land Art e os debates sobre os conceitos de place-specific, de comunidade e de território.


Cursos

Cursos onde a unidade curricular é leccionada: