As Artes e a Experiência Colonial Portuguesa - 2. semestre

Objectivos

Adquirir conhecimentos sobre os conceitos-chave, os movimentos e a produção artística nos territórios que compunham o império português no período Moderno (final século XV a meados do XVIII)
Adquirir conhecimentos sobre as sociedades e produções artísticas nas diferentes geografias, de maneira crítica, promovendo o debate interdisciplinar
Suscitar a reflexão crítica e criativa sobre a relação dos objectos artísticos, da cultura material e do construído com o tempo, o espaço e as circunstâncias em que foram produzidos
Adquirir competências teórico-metodológicas e conhecimento das fontes documentais (escritas, visuais e materiais) relacionados a Histórias da Arte
Adquirir conhecimento e competências que permitam a resolução de problemas a partir da perspetiva espácio-temporal e comparativa;
Proporcionar o envolvimento com a investigação e comunicação de ciência desenvolvida nas UsI associadas
Desenvolver competências e autonomia de investigação necessárias à realização de dissertação

Caracterização geral

Código

722051343

Créditos

10

Professor responsável

Carla Alferes Pinto

Horas

Semanais - 3 letivas + 1 tutorial

Totais - A disponibilizar brevemente

Idioma de ensino

Português

Pré-requisitos

Titulares de Licenciatura ou equivalente legal

Bibliografia

Moreira, Rafael – “As Formas Artísticas”. In História dos Portugueses no Extremo Oriente: De Macau à Periferia. A.H. de Oliveira Marques (dir.). Lisboa: Fundação Oriente, 1998, vol. 1, tomo I, pp. 449-502.
Moreira, Rafael e Curvelo, Alexandra – “A circulação das formas. Artes portáteis, arquitectura e urbanismo”. In História da Expansão Portuguesa: Do Índico ao Atlântico, 1570-1697. Francisco Bethencourt e Kirti Chaudhuri (eds.) Lisboa: Círculo de Leitores, 1998, vol. 2, pp. 532-570.
Portugal e o Mundo nos Séculos XVI e XVII (cat. exp.). Lisboa: Instituto dos Museus e da Conservação/Museu Nacional de Arte Antiga, 2009.
Sobral, Luís de Moura – “A Expansão das Artes: Transferências, Contaminações, Inovações”. In A expansão marítima portuguesa, 1400-1800. Francisco Bethencourt e Diogo Ramada Curto (dir.). Lisboa: Edições 70, Lda., 2010, pp. 403-468.

Método de ensino

A lecionação desta unidade curricular é assegurada em regime de e-learning assíncrono suportada pelo recurso às plataformas Moodle - disponibilização de recursos escritos (textos, perguntas, links para bibliotecas, arquivos e recursos online; discussões relacionadas com os tópicos de trabalho) e visuais (filmes, powerpoints com imagens, links para repositórios de imagens, museus, colecções, filmes ao minuto de instituições museológica) - e Colibri (sessões partilhadas e/ou individuais, com imagem e som), recorrendo à leitura dos textos recomendados e à discussão dos tópicos expostos no programa e levantados pelos alunos.

Método de avaliação

A avaliação (contínua) resulta da participação activa dos alunos na resposta aos desafios colocados nas plataformas, e da realização de um trabalho final (escolhido e discutido em conjunto com o docente).

Conteúdo

1 – Introdução ao domínio da arte colonial: Conceitos e categorias operativas utilizadas; Metodologias
2 - Agentes promotores e destinatários; Espaços geográficos, centros de produção, circuitos de difusão e aquisição.
3 – O património artístico construído no mundo colonial português: urbanismo e a arquitectura militar, religiosa e civil.
4 – O património artístico móvel de pendor sacro no mundo colonial português: a arte missionária – prescrições, tipologias, modelos; as alfaias litúrgicas e os objectos devocionais.
5 – O património artístico móvel de pendor profano no mundo colonial português: a produção autóctone e a arte de encomenda: têxteis, marfins, mobiliário, cerâmica e ourivesaria.
6 – O relacionamento histórico-artístico entre as potências europeias e os seus impérios ultramarinos; Impacto da arte colonial no Reino: recepção e consumo, coleccionismo, influências na produção e no gosto.

Cursos

Cursos onde a unidade curricular é leccionada: