Resistência de Materiais I

Objectivos

1. Compreender os conceitos fundamentais de Resistência de Materiais e da teoria das peças lineares (esforço axial e momento fletor), identificando as hipóteses simplificativas subjacentes. 2. Calcular e traçar diagramas de esforços em peças lineares retilíneas (3D) e em cabos (2D). 3. Calcular tensões e deformações em cascas finas de revolução sob deformação axissimétrica. 4. Analisar e calcular o estado de tensão e deformação em peças lineares retilíneas sujeitas a esforço axial e momento fletor. 5. Analisar e calcular deslocamentos/deformações/tensões em estruturas reticuladas isostáticas/hiperestáticas do 1º grau e, no caso de esforço axial, de 1 g.l. e constituídas por materiais elastoplásticos. 6. Aplicar os conhecimentos adquiridos, integrados com os obtidos em Estática, Mecânica dos Meios Contínuos e Dinâmica dos Corpos Rígidos, à resolução de problemas práticos simples no domínio da Engenharia Civil, analisando/avaliando os resultados e formulando soluções alternativas.

Caracterização geral

Código

10439

Créditos

6.0

Professor responsável

Rodrigo de Moura Gonçalves

Horas

Semanais - 5

Totais - 70

Idioma de ensino

Português

Pré-requisitos

Conhecimentos de Estática e Mecânica dos Meios Contínuos

Bibliografia

Esforços em peças lineares, R. Gonçalves e J. R. Almeida, FCT/UNL, 2010.

Mecânica dos Materiais, A. Portela e A. Silva, Ed. Plátano.

Mecânica e Resistência dos Materiais,V. Dias da Silva, Ed. Zuari.

Mechanics of Materials,J.M. Gere, S.P. Timoshenko, PWS-Kent Publishing Co. 

Mecânica dos Materiais, C. Moura Branco, Fundação Calouste Gulbenkian.

Resistência de Materiais , W. Nash, Ed. McGraw-Hill.

Mecânica dos Materiais, F.P. Beer, E.R. Johnston Jr., J.T. deWolf, Ed. McGraw-Hill.

Método de ensino

Aulas teóricas, práticas e laboratoriais.

 

 

Método de avaliação

Frequência: é exigido que o número de faltas não justificadas às aulas práticas não exceda um terço do número total de aulas práticas lecionadas à respetiva turma (não aplicável a alunos que já tenham obtido frequência em anos anteriores e outros casos previstos na regulamentação).

Apenas existe Componente Teórico-Prática (CTP), pelo que a nota final (NF) é:

               NF = CTP = Teste 1 (10 val.)  + Teste 2 (10 val.)

 

A aprovação é concedida se NF>=9,5 valores. Se NF>16 o aluno é convidado a prestar uma prova oral de defesa de nota. A falta de comparência a essa prova implica NF=16.

 

Nota: no Exame de Recurso será possível repetir cada um dos testes, contando a melhor nota.

Conteúdo

1. Revisões de estatia. Diagramas de esforços no espaço tridimensional. Cabos: forças concentradas e distribuídas, equilíbrio parabólico e catenário. Cascas finas de revolução sob deformação axissimétrica.

2. Esforço axial. Tração/compressão pura. Ensaio de tração de um provete de aço macio. Concentrações de tensões. Princípio de Saint-Venant. Secções heterogéneas. Variações de temperatura. Energia de deformação. Princípio dos Trabalhos Virtuais. Método da Carga Unitária. Método das Forças (estruturas estaticamente indeterminadas do 1º grau). Ação de impacto. Método dos Deslocamentos (estruturas cinematicamente indeterminadas do 1º grau). Análise elasto-plástica e análise limite de estruturas.

3. Flexão. Flexão pura, desviada e composta. Secções heterogéneas. Materiais sem resistência à tração. Núcleo central. Equação da elástica. Variações de temperatura. Energia de deformação. Princípio dos Trabalhos Virtuais. Método da Carga Unitária. Método das Forças (estruturas estaticamente indeterminadas do 1º grau). Ação de impacto.

Cursos

Cursos onde a unidade curricular é leccionada: