Física I Q

Objectivos

Informativos:

Aprendizagem dos Princípios Gerais da Física

Aprofundamento dos conhecimentos fundamentais de Física Geral

Aprendizagem coorecta de terminologia Física 

Introdução à metrologia (medida, tratamento de resultados)

Familiarização com instrumentação

 

Formativos:


Desenvolvimento do Raciocínio Científico

Treino da técnica de análise e resolução de problemas

Ligação a conceitos e instrumentos de outras disciplinas como Matemática e Química

Caracterização geral

Código

12118

Créditos

6.0

Professor responsável

Rui Filipe dos Reis Marmont Lobo

Horas

Semanais - 5

Totais - 80

Idioma de ensino

Português

Pré-requisitos

Conhecimentos Básicos de Física 

Conhecimentos de Matemática ao nível do 12.º ano do Secundário 

Conhecimento do conceito e propriedades dos vectores

Noções básicas de derivação e integração.

Bibliografia

Edição em Português (do Brasil) - Halliday, D., & Resnick, R. (1991). Fundamentos de Física (Vol. 1 & 2). Rio de Janeiro: LTC – Livros Técnicos e Científicos.

ou

Halliday, D., Resnick, R., & Walker, J. (2005), Fundamentals of physics (7th Ed.). New York: Wiley. (15 primeiros capítulos)

ou

Outro Livro de Física Geral que aborde os temas do programa da disciplina ao nível do ensino universitário. 

Método de ensino

1. Ensino baeado na actividade contínua do aluno

2. Para a compreensão dos conceitos e leis da Física, dá-se um a visão mista, englobando teoria e experiência .

3. Nas aulas laboratoriais, para além da ilustração das leis da Física, é dada ênfase à metrologia.
Envolvimento contínuo dos alunos (para além das aulas teóricas e laboratoriais) através da disponibilização no Clip de guiões e séries de problemas.

Método de avaliação

Artigo 1º – Aulas e Modo de Avaliação 

  1. A avaliação em “Física” enquadra-se no tipo Avaliação contínua  (Regulamento em vigor da FCT-UNL) 
  2. Os estudantes têm de obter aprovação nas componentes teórica, teórico-prática e prática, cujo funcionamento é descrito nos artigos seguintes. A classificação de cada componente é expressa na escala de 0 a 20 valores e arredondada às unidades. 
  3. As aulas dividem-se em teóricas (T), teórico-práticas (TP) e práticas (P). As aulas teóricas e teórico-práticas terão início no 1º dia de aulas previsto no calendário escolar de acordo com os horários atribuídos a esta unidade curricular. As aulas práticas terão início uma semana depois, de acordo com esses mesmos horários.
  4. Em princípio, as aulas estão previstas realizarem-se presencialmente. No caso de vir a haver alguma alteração decidida pelos órgãos competentes da Faculdade elas serão via Zoom com link a ser divulgado no Clip em tempo oportuno.

Artigo 2º – Componente Teórica

  1. A classificação da componente teórica (CT) é a média aritmética arredondada às décimas das classificações obtidas nos 2 testes (a classificação de cada teste é arredondada às décimas); no caso de realização por exame a sua classificação é arredondada às unidades.
  2.  Os estudantes que obtenham uma classificação CT igual ou superior a 10 (9,5) valores obtêm aprovação na componente teórica.  

Artigo 3º – Testes e Exame

  1. Os testes e exames são classificados numa escala de zero a vinte valores.
  2. Cada teste incidirá essencialmente sobre toda a matéria leccionada nas aulas até à aula teórica anterior ao teste. Não há classificação mínima exigida em cada um dos testes.
  3. Apesar de a avaliação nos testes não ser cumulativa, e devido à natureza dos assuntos abordados nesta Unidade Curricular, não é excluído que um elemento de avaliação se socorra de conhecimentos respeitantes à matéria avaliada em elemento(s) anterior(es). Os testes e exames realizam-se em datas oportunamente anunciadas nesta plataforma CLIP.
  4. Todos os estudantes têm de estar inscritos no turno teórico, incluindo repetentes. Os estudantes só poderão ter consigo durante a prova de avaliação:
    1. Caneta/esferográfica;
    2. Documento de identificação com fotografia;
    3. Máquina de calcular não gráfica e não programável;
    4. Durante a realização das provas não é permitida a utilização de aparelhos electrónicos, tais como computadores e telemóveis, tablets, etc. (caso o regime seja presencial)
    5. Não é permitido desagrafar as folhas dos cadernos com os enunciados e com as resoluções feitas pelos estudantes na prova. (caso o regime seja presencial)
    6. A prova será anulada se não forem satisfeitos os dois pontos anteriores , ou se os estudantes cometerem alguma fraude numa prova de avaliação (Teste ou Exame) 

Artigo 4º – Componentes Prática e Teórico-Prática (CP)

  1. Relativamente à componente prática, na primeira AP de cada turno serão:
    1. Apresentadas em detalhe as regras de avaliação desta componente;
    2. Confirmadas presencialmente as inscrições nos turnos;
    3. Constituídos os grupos de trabalho.
    4. Os estudantes que não satisfaçam o nº 2 terão a sua inscrição no turno AP cancelada no CLIP.
    5. No limite das vagas disponíveis, poderão ser aceites mudanças de turno durante a primeira semana de aulas AP. Para tal, os estudantes deverão contactar os docentes dos turnos práticos envolvidos, por correio electrónico.
    6. Nas aulas AP serão realizados trabalhos Laboratoriais, cuja calendarização será anunciada nas aulas de cada turno.
    7. Nestas aulas Laboratoriais os estudantes farão um relatório de cada trabalho. A classificação desta componente será a média das notas dos relatórios (NRel).
    8. A componente teórico-prática consta de Aulas de Problemas onde serão resolvidos alguns exercícios que constam de séries de enunciados de problemas disponibilizadas no Clip. 
    9.  Os estudantes realizarão 2 mini-testes nas aulas práticas que constarão da resolução de problema, sendo a classificação final dos problemas (NProb) dada pela média aritmética arredondada às décimas das classificações em cada avaliação.
    10. A classificação das duas componentes (CP) é dada pela seguinte expressão:


                                        CP=0.6NRel+0.4 NProb

  1. A ausência numa destas parcelas de avaliação implica uma classificação igual a zero nessa parcela.
  2. Os estudantes que obtenham uma classificação CP igual ou superior a 10 valores obtêm aprovação prática, desde que tenham frequentado 2/3 do total de AP.

 

 

 Artigo 5º – Frequência

  1. Os estudantes que satisfaçam o nº 5 do Art. 4º obtêm frequência à unidade curricular.
  2. A frequência obtida em anos letivos anteriores é válida no corrente ano letivo; consequentemente, os estudantes em causa não se devem inscrever nos turnos práticos, e são admitidos a todos os testes e a exame. 

Artigo 6º – Classificação Final dos Estudantes

Os estudantes que satisfaçam, simultaneamente, o nº 2 do Art. 2º e o nº 2 do Art. 4º obtêm Aprovação na unidade curricular.

  1. A classificação final (CF) é o resultado da seguinte expressão aproximado às unidades:

CF=CT×0.7+CP×0.3

Os estudantes que na ponderação enumerada no nº 2 do Art. 2º obtenham classificação final superior a 17 valores serão sujeitos a uma prova de defesa de nota. Nesta prova, os estudantes podem subir ou descer a nota final com a garantia de classificação mínima de 17 valores. A ausência à prova traduz a aceitação por parte do estudante da nota final de 17 valores.

  1. Os estudantes reprovam à unidade curricular se não verificarem, simultaneamente, o nº 2 do Art. 2º e o nº 2 do Art. 4º.
  2. Nos casos, não previstos nos números e artigos anteriores, o estudante reprova à unidade curricular.

 

 Artigo 7º – Melhoria de Classificação

  1. Os estudantes que pretendam efectuar melhoria de nota devem cumprir, para esse efeito, as formalidades legais de inscrição.
  2. Os estudantes que obtenham classificação final  superior a 17 valores serão sujeitos a uma prova de defesa de nota. Nela os estudantes podem subir ou descer a nota final com a garantia de classificação mínima de 17 valores. A ausência à prova referida no número anterior traduz a aceitação por parte do estudante da nota final de 17 valores.
  3. Nos restantes casos, não previstos nos números anteriores, o estudante não melhora a classificação.

 Artigo 8º – Trabalhadores Estudantes

  1. Os estudantes são considerados como detentores do estatuto de Trabalhador Estudante (TE) se constarem como tal nas pautas no CLIP.
  2. Os estudantes devem, assim que possível, comunicar o seu estatuto ao docente responsável da disciplina.
  3. Os estudantes que satisfaçam, simultaneamente, o nº 2 do Art. 2º e no º 9 do Art. 4º obtêm aprovação na unidade curricular.
  4. Os estudantes detentores do estatuto de Trabalhador Estudante, tal como os restantes estudantes, têm que realizar as provas de avaliação segundo o calendário previamente tornado público.

 

Artigo 9º – Normas de Conduta 

Para que todos beneficiem da experiência de aprendizagem é exigido aos estudantes que respeitem as seguintes regras de conduta nas aulas:

  1. Pontualidade: Os estudantes deverão estar presentes na sala à hora de começo da aula. 
  2. Preparação das aulas e participação nas discussões: A participação activa exige que os estudantes se mantenham a par das matérias apresentadas e discutidas nas aulas, e que contribuam para as discussões;
  3. Os telemóveis devem permanecer desligados e guardados até ao fim da aula; os estudantes que utilizem o telemóvel serão automaticamente convidados a sair da aula; também a utilização de computadores portáteis e outros aparelhos eletrónicos nas  aulas presenciais está sujeita à aprovação dos docentes.
  4. Os alunos que cometam fraude numa prova de avaliação terão a referida prova anulada, e ficam sujeitos às penalizações previstas nos regulamentos da FCT-UNL.

Artigo 10º – Outros

  1. Se os estudantes pretenderem contactar os docentes através de mensagem electrónica (email) devem indicar no “Assunto (Subject)” a seguinte informação: “Física - Turno – Nome – Nº de estudante – Assunto”.
  2. Não serão respondidas mensagens eletrónicas com perguntas cuja resposta conste nos Artigos anteriores ou na página da unidade curricular no CLIP.

Conteúdo

Mecânica da Partícula

Movimento de uma partícula. Dinâmica da Partícula.

Movimento circular uniforme. Relações gerais da dinâmica.

Forças de Atrito

Trabalho e energia. Energia Cinética e Energia potencial.

 

Vibrações e Ondas. 

Movimento oscilatório harmónico. 

Conservação da energia mecânica. Oscilações amortecidas. Oscilações forçadas. Ressonância.

Ondas longitudinais e ondas transversais. Ondas estacionárias.

O som e suas propriedades.


Electricidade

Noção de carga eléctrica. Processos de electrização. Lei de Coulomb. Campo Eléctrico.

Lei de Gauss para o campo eléctrico.

 

Potencial eléctrico. 

Condensadores e associação de condensadores.

Corrente eléctrica. 

Circuitos de corrente contínua. 

Carga e descarga de um condensador. 


Óptica

Reflexão, refracção e dispersão da luz. 

Espelhos.

Dióptros e lentes. Combinação de lentes.

Instrumentos ópticos. Olho humano.