Seminário de Especialidade em Estética
Objetivos
a) Aquisição da capacidade de distinguir o processo que conduz à criação da obra de arte de outros processos outipos de trabalho;
b) Aquisição da capacidade de problematizar as categorias clássicas da estética tais como experiência estético, valorestético, "sujeito criador, belo, atitude estética;
c) Aquisição de conhecimentos aprofundados sobre as principais teorias estéticas.
Caracterização geral
Código
73203103
Créditos
10.0
Professor responsável
João Manuel Pardana Constâncio
Horas
Semanais - 2
Totais - 280
Idioma de ensino
Português
Pré-requisitos
N/A
Bibliografia
KANT, I., Kritik der Urteilskraft, Akademie Textausgabe V, Berlin, Walter de Gruyter, 1968/ Crítica da faculdade do juízo, tradução de António Marques, Lisboa, Imprensa Nacional Casa da Moeda, 1998
HEIDEGGER, M., Nietzsche I, Gesamtausgabe (GA 6.1), Frankfurt a.M., Vittorio Klostermann, 1996/ Nietzsche I, trad. Marco Antônio Casanova, Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2010
HEIDEGGER, M., Nietzsche 2 (GA 6.2), Frankfurt a.M, Vittorio Klostermann, Max Niemeyer Verlag, 1996/ Nietzsche II, trad. Marco Antônio Casanova, Rio de Janeiro, Forense Universitária, 2011
NIETZSCHE, F., Die Geburt der Tragödie, in: Nietzsche, F., Kritische Studienausgabe (KSA), ed. Colli, G./ Montinari, M., Berlin, Walter de Gruyter, 1980, Vol. 1/ O nascimento da tragédia, trad. J. Guinsburg, São Paulo, Companhia das Letras, 6ª impressão, 2016.
Método de ensino
As aulas decorrerão em regime de seminário, privilegiando-se a leitura, análise e discussão em aula da selecção de textos propostos.
Método de avaliação
A avaliação é constituída por um trabalho escrito de cerca de 12 páginas (70%); avaliação contínua e participação nas aulas (30%).
Conteúdo
O curso centrar-se-á no estudo da interpretação heideggeriana do pensamento estético de Nietzsche, em especial no estudo da primeira parte do primeiro volume do livro que Heidegger publicou, em 1961, sobre Nietzsche, intitulada: “a vontade de poder como arte”. O curso procurará esclarecer também a interpretação heideggeriana do pensamento estético de Kant, em particular a tese de que ela é a chave para se compreender a estética de Nietzsche.